howtoexplain asked: Eu acho que você deveria ler Maguerite Duras. Aposto que tu iria adorar!

Conheço e gosto muito da sua literatura: O Amante, O Deslumbramento e A Dor são muito bons. Ela compara sentimentos com objetos ou com a natureza e isso é muito interessante. Mas dos filmes, não gosto muito. O tal do cinema-cabeça francês…

Falando sobre a Marguerite, eu me lembrei de quando li uma parte de O Amante sobre as costas de um cara. Nus, ouvindo Billie Holiday e tomando Chablis. Recomendo. A Billie e o vinho são opcionais, mas o cara nu e Madame Duras, não.

Hum, pensando bem, o cara nu é que é opcional. Os demais, claro que não.

Tags #os livros    #os filmes   

haa:

“Por que publicar o que não presta? Porque o que presta também não presta. Além do mais, o que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto do modo carinhoso do inacabado, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão.”
Clarice Lispector.

Estava procurando por esta declaração feito um LOUCO. E foi você quem publicou! Muito obrigado. Nunca mais deixo de marcar algo que goste.
;-)

haa:

“Por que publicar o que não presta? Porque o que presta também não presta. Além do mais, o que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto do modo carinhoso do inacabado, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão.”

Clarice Lispector.

Estava procurando por esta declaração feito um LOUCO. E foi você quem publicou! Muito obrigado. Nunca mais deixo de marcar algo que goste.

;-)

“Quando eu era adolescente, li pela primeira vez “O Apanhador no Campo de Centeio”. Foi numa época que estava me descobrindo e tentando entender os sentimentos que eu estava passando. Toda a amargura sentida pelo personagem principal estava também acontecendo comigo.
O Apanhador no Campo de Centeio conta, numa narrativa em primeira pessoa, alguns dias na vida de Holden Caulfield (num jogo de palavras de JD Salinger: Holden, hold – agarrar - e Caulfield, field - campo), que acaba de ser expulso da sua terceira escola bem às vésperas do natal, nos EUA do pós-guerra. No decorrer do livro o anti-herói vai revelando acontecimentos do seu passado, sua família e seus conhecidos, ao mesmo tempo que se refugia em Nova Iorque sempre correndo dos problemas que arruma.
Holden não gosta das mudanças que estão ocorrendo em sua vida. Ao entrar na vida adulta, ele acaba percebendo que nada é como ele pensava… o vazio, a ganância e a falsidade das pessoas acabam deixando-o decepcionado e desiludido. É o fim da inocência que se aproxima, e ele precisa se acostumar com o fato de estar crescendo e ter que enfrentar a humanidade, mesmo descobrindo cedo demais que afinal, a humanidade não existe.
Um dos momentos mais belos do livro é quando ele se imagina em um campo de centeio cercado de crianças. Sem a presença de qualquer adulto que seja, a não ser, ele. Tudo o que  deseja é não deixar as crianças (claramente simbolizando a inocência) irem para o lado errado, o lado do abismo (que pode-se entender como o lado obscuro da vida, ou seja, ser adulto). Holden só quer ser o apanhador no campo de centeio (referindo-se a si como o único que pode salvar as crianças de se aventurarem na hipocrisia do mundo).
Nos anos seguintes, li outros livros que me foram tão importantes quanto, porém, nenhum deles me fez enxergar o quanto mudanças também acontecem para coisas boas.”
Post bacana de um cara bacana.

“Quando eu era adolescente, li pela primeira vez “O Apanhador no Campo de Centeio”. Foi numa época que estava me descobrindo e tentando entender os sentimentos que eu estava passando. Toda a amargura sentida pelo personagem principal estava também acontecendo comigo.

O Apanhador no Campo de Centeio conta, numa narrativa em primeira pessoa, alguns dias na vida de Holden Caulfield (num jogo de palavras de JD Salinger: Holden, hold – agarrar - e Caulfield, field - campo), que acaba de ser expulso da sua terceira escola bem às vésperas do natal, nos EUA do pós-guerra. No decorrer do livro o anti-herói vai revelando acontecimentos do seu passado, sua família e seus conhecidos, ao mesmo tempo que se refugia em Nova Iorque sempre correndo dos problemas que arruma.

Holden não gosta das mudanças que estão ocorrendo em sua vida. Ao entrar na vida adulta, ele acaba percebendo que nada é como ele pensava… o vazio, a ganância e a falsidade das pessoas acabam deixando-o decepcionado e desiludido. É o fim da inocência que se aproxima, e ele precisa se acostumar com o fato de estar crescendo e ter que enfrentar a humanidade, mesmo descobrindo cedo demais que afinal, a humanidade não existe.

Um dos momentos mais belos do livro é quando ele se imagina em um campo de centeio cercado de crianças. Sem a presença de qualquer adulto que seja, a não ser, ele. Tudo o que  deseja é não deixar as crianças (claramente simbolizando a inocência) irem para o lado errado, o lado do abismo (que pode-se entender como o lado obscuro da vida, ou seja, ser adulto). Holden só quer ser o apanhador no campo de centeio (referindo-se a si como o único que pode salvar as crianças de se aventurarem na hipocrisia do mundo).

Nos anos seguintes, li outros livros que me foram tão importantes quanto, porém, nenhum deles me fez enxergar o quanto mudanças também acontecem para coisas boas.”

Post bacana de um cara bacana.

Tags #dos outros    #os livros    #dress code   

Livros sobre sexo anal, não amedrontadores, eram coisa rara até pouco tempo atrás. Ainda bem que hoje a informação está mais disseminada, sem caretice. As pessoas gostam de fazer sexo anal; fato. Nada mais correto do que saberem como fazer. O urologista e terapeuta sexual (tenho certo receio desses títulos, como “terapeuta”, enfim) Dr. Celso Marzano lançou “O Prazer Secreto”, que fala sem tabus sobre como é dar o… Tá, não vou fazer a rima infame, até mesmo porque quem pratica a sodomia já passou da hora de perder a má fama, bem como esse termo feio.

Livros sobre sexo anal, não amedrontadores, eram coisa rara até pouco tempo atrás. Ainda bem que hoje a informação está mais disseminada, sem caretice. As pessoas gostam de fazer sexo anal; fato. Nada mais correto do que saberem como fazer. O urologista e terapeuta sexual (tenho certo receio desses títulos, como “terapeuta”, enfim) Dr. Celso Marzano lançou “O Prazer Secreto”, que fala sem tabus sobre como é dar o… Tá, não vou fazer a rima infame, até mesmo porque quem pratica a sodomia já passou da hora de perder a má fama, bem como esse termo feio.

Tags #os livros