Daqui uns 40 anos, eu presumo, esses senhores da religião não estarão tocando no assunto homossexualidade com tanto ódio quanto hoje. Provavelmente para seus ainda poucos seguidores. Porque, se Deus quiser, um dia a religião vai acabar. Assim como o preconceito contra os homos.
Algo que é gigantesco, quase insuportável de se calcular. Porque vai desde os pais que rejeitam os próprios filhos, passa pelos palavrões cotidianos, como “viado” ou “bichona”, até chegar nas cabeças que se abaixam e balançam negativamente, num tipo de aceitação resignada, por fim.
É que os homos passam por uma situação muito mais complexa. Eles mexem com a questão sexual. Ao contrário dos negros, igualmente sofridos, os homos sofrem rejeição alheia como se o que eles fossem ou fazem incomodassem de fato os demais.
Existem racistas ainda e sempre vão existir. Mas o racista não se incomoda porque o negro está se casando, hoje, tampouco ele próprio vai se casar com alguém dessa cor. E, em geral, o negro não quer deixar de ser negro.
O homossexual, além de incomodar pela simples existência, incomoda muito mais porque quer seus direitos garantidos. Porém, o homofóbico rejeita tudo isso, enquanto ele mesmo pode vir a ser um homossexual que vai se casar e ter filhos com uma mulher. Mas seu desejo por homens não vai deixar de existir. E a sua própria existência vai lhe incomodar sexual e eternamente.
Desconfio que até os bissexuais desejariam apenas ser homossexuais, caso não existisse tanto preconceito em tantos lugares. Só que os bissexuais, ao se decidirem assim, sofrem mais preconceito ainda.
E eles são, e nós somos, todos apenas e simplesmente humanos. E não deveríamos jamais negar a possibilidade de felicidade a quem quer que fosse, inclusive e principalmente a nós mesmos.
“Me disseram que, às 7 da manhã, os soldados do exército já fizeram mais do que eu faria por um dia inteiro. Mas se eu acordar às 6:59 da manhã, me virar pra você enquanto você dorme, e passear pelo lindo contorno dos seus lábios com os meus, eu terei feito o suficientemente bastante, e que preciso, sem ter que ter matado ninguém durante isso.”
Shane Koyczan
(Source: jabbati)
All Men Can Be Heroes. All Men Can Be Husbands. End Marriage Discrimination. (via zewrok, via tumblinwithhotties)
Danilo estava prestes a sair de casa para ir morar com seu namorado, Marcos, quando seus pais morrem num acidente. Seus planos para o futuro mudam quando ele se torna responsável pelo irmão caçula, Lucas. Novos laços são criados entre estes três jovens garotos. Enquanto os irmãos Danilo e Lucas precisam descobrir tudo que não sabiam um sobre o outro, Marcos tenta encontrar seu lugar naquela nova relação familiar. Entre vídeo-games e copos de leite, dor e decepção, eles precisam aprender a viver juntos.
Danilo was about to move out of his parent’s house to go living with his boyfriend, Marcos, when his mom and dad unexpectedly die in an accident. His plans for the future change and Danilo becomes responsible for his 10-year-old brother Lucas. New bonds are created among these 3 young men. While brothers Danilo and Lucas need to learn everything they didn’t know about each other, Marcos tries to find out if there is a place for him in his boyfriend’s new family arrangement. In the middle of videogames, glasses of milk, pain and disappointment, they all need to learn how to live together.
“My fellow queers and assorted allies: we have got to stop using arguments like “We were born this way!” and “Being queer is not a choice!” as our first line of defense against heterosexists. It might sound like a neat little trick to pull on these people: if we can’t help being queer, then it’s not fair to punish us for something we didn’t do. But in reality, every time we use this argument we are actually weakening our own position. Shouting “Born this way” from the rooftops is the opposite of progress…. I think the most serious problem with this argument is that it reinforces the idea that we need an excuse to be queer. As a result, using this line subtly supports the idea that being queer requires excusing in some way. Don’t use it. Don’t allow straight people to generate an understanding of queer sexuality that sounds like: “Well, of course Bob wouldn’t wish to be queer, but he was born this way. I guess we better give him equal rights – poor Bob, he just can’t help it. We shouldn’t punish him for something he didn’t choose!”
Meanwhile the real reason that you shouldn’t punish Bob for queerness is because there’s nothing wrong with it!”
Social Justice League - Fauxgress Watch: Born This Way. (via anotherlgbttumblr)
Porque eu defendo a família.
Todas as famílias.
It’s time.