A primeira delegacia de proteção animal do estado de São Paulo surgiu em Campinas e agora é a vez da capital ter uma unidade policial especializada em fazer cumprir as leis existentes em favor dos animais. A iniciativa é do Clube dos Vira-latas e já conta com o apoio do deputado Celso Giglio que encaminhou um pedido oficial ao governador. Até o dia 30 de julho de 2010, a ONG espera registrar 50 mil assinaturas e entregar em mãos ao Governador do Estado de São Paulo em exercício, Alberto Goldman, que está substituindo José Serra por conta da candidatura do mesmo à Presidência da República.

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Enquanto tantas mães jogam seus próprios bebês no lixo ou na lagoa, essa pobre cachorra, mesmo esquelética, não abandonou sua cria. Só que todos eles vão ser sacrificados se não aparecer um dono, ou vários donos, para eles. Qualquer ato de bondade, por menor que seja, dar um teto, um pouco de ração ou comida, água e um pedaço de pano pra dormir, qualquer ato bondoso é um milagre. Se alguém puder ajudar essa família de uma cadelinha faminta e oito filhotes, por favor, clique aqui. 

Enquanto tantas mães jogam seus próprios bebês no lixo ou na lagoa, essa pobre cachorra, mesmo esquelética, não abandonou sua cria. Só que todos eles vão ser sacrificados se não aparecer um dono, ou vários donos, para eles. Qualquer ato de bondade, por menor que seja, dar um teto, um pouco de ração ou comida, água e um pedaço de pano pra dormir, qualquer ato bondoso é um milagre. Se alguém puder ajudar essa família de uma cadelinha faminta e oito filhotes, por favor, clique aqui

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Você existe? 
Confesso: quase nunca me lembro de você. Quando estou me divertindo, então não lembro mesmo. Acontece que quase não rio, e apesar de estar sempre nublado, também chove pouco.
O que vem ocorrendo me deixa apático diante de tudo. Aí, escrevo. Umas letras gotas evaporando-se. Somente quando encontro as palavras - elas se juntam sozinhas em nuvens e acabam me fazendo sombra - é que as publico. Deve ser por esse motivo, pode ser que elas façam sombra pra mais alguém. Ainda acredito nisso. 
Acontece que elas me distraem, tampam o Sol, e isso não é bom. Quer dizer, me faz bem, mas não é bom, por causa de todas as coisas infelizes que têm acontecido. Você sabe, granizo, enchentes, raios e trovões. 
Eu deveria enfrentar tudo isso com o que tenho, com quem me faz companhia, com o que imagino estar ao meu lado. E você não está aqui, nunca está, nunca esteve. Nem quando você chegava, ficava, silenciava e pretendia me ouvir. 
Será que ouviu mesmo? 
Não, essa é a Risada. Eu a solto pra latir e espantar quando o desconcerto vento vem nos perturbar o sossego sombra. Daí, volto pra dentro, chamo a Risada, dou-lhe água e um pouco de comida, afago seus pelos e me sento na varanda. 
Não vou deixar aquele tal do desarranjo colher dos frutos dessa árvore no meu próprio quintal. Ah, não vou mesmo! 
A questão é que essa árvore nunca deu frutos. Apenas uma sombra diferente das nuvens, uma escuridão de sono bem quando minhas horas deveriam estar já despertas. E eu me rendo, enquanto distraído preencho suas folhas inférteis com palavras que chegam juntas pra me fazer bem. 
Ainda acredito nisso? 
Ela fica rosnando desconfiada, mas chega perto e cheira e se deita ao meu lado enquanto adormeço. Aí ela faz silêncio também, que é pra não atrapalhar quando você se aproximar, também se deitar ao meu lado e me enxergar sem sombra de dúvida. 
Acontece que você não está ali, talvez você nem esteja aí, mesmo que esteja lendo isso com sua presença fugaz. E porque você está aqui, as folhas se espalham, eu acordo, as nuvens se assustam, eu as consolo, e as coloco de novo nessa árvore de outono, me ajeito e volto pro banco da varanda. 
O desconforto se aproxima, a Risada late e aí eu não me recordo mesmo que você existe.

Você existe?

Confesso: quase nunca me lembro de você. Quando estou me divertindo, então não lembro mesmo. Acontece que quase não rio, e apesar de estar sempre nublado, também chove pouco.

O que vem ocorrendo me deixa apático diante de tudo. Aí, escrevo. Umas letras gotas evaporando-se. Somente quando encontro as palavras - elas se juntam sozinhas em nuvens e acabam me fazendo sombra - é que as publico. Deve ser por esse motivo, pode ser que elas façam sombra pra mais alguém. Ainda acredito nisso.

Acontece que elas me distraem, tampam o Sol, e isso não é bom. Quer dizer, me faz bem, mas não é bom, por causa de todas as coisas infelizes que têm acontecido. Você sabe, granizo, enchentes, raios e trovões.

Eu deveria enfrentar tudo isso com o que tenho, com quem me faz companhia, com o que imagino estar ao meu lado. E você não está aqui, nunca está, nunca esteve. Nem quando você chegava, ficava, silenciava e pretendia me ouvir.

Será que ouviu mesmo?

Não, essa é a Risada. Eu a solto pra latir e espantar quando o desconcerto vento vem nos perturbar o sossego sombra. Daí, volto pra dentro, chamo a Risada, dou-lhe água e um pouco de comida, afago seus pelos e me sento na varanda.

Não vou deixar aquele tal do desarranjo colher dos frutos dessa árvore no meu próprio quintal. Ah, não vou mesmo!

A questão é que essa árvore nunca deu frutos. Apenas uma sombra diferente das nuvens, uma escuridão de sono bem quando minhas horas deveriam estar já despertas. E eu me rendo, enquanto distraído preencho suas folhas inférteis com palavras que chegam juntas pra me fazer bem.

Ainda acredito nisso?

Ela fica rosnando desconfiada, mas chega perto e cheira e se deita ao meu lado enquanto adormeço. Aí ela faz silêncio também, que é pra não atrapalhar quando você se aproximar, também se deitar ao meu lado e me enxergar sem sombra de dúvida.

Acontece que você não está ali, talvez você nem esteja aí, mesmo que esteja lendo isso com sua presença fugaz. E porque você está aqui, as folhas se espalham, eu acordo, as nuvens se assustam, eu as consolo, e as coloco de novo nessa árvore de outono, me ajeito e volto pro banco da varanda.

O desconforto se aproxima, a Risada late e aí eu não me recordo mesmo que você existe.

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Porno Bull Terrier. AMO.

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